SaudeDigital

Um propósito e três HealthTechs

#Ep 36. Um propósito e três HealthTechs

O episódio de número #36 do Saúde Digital traz três HealthTechs e um só propósito. Melhorar a saúde com foco no paciente!  Elas estão inovando e trazendo melhorias em diversas áreas da saúde no país. Conheça mais sobre essas três startups nesse podcast : A mais.im   soluciona os problemas de comunicação no ambiente hospitalar; a Doutor Hoje traz acesso à serviços de saúde com baixo custo e de qualidade e a Token Health inovando na sáude através da tecnologia do blockchain.

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A mais.im começou com o propósito de resolver o problema de comunicação no mundo corporativo. Através de uma pesquisa eles descobriram que a principal causa de fraudes e desperdícios no ambiente hospitalar é a dificuldade de comunicação. Então eles adaptam uma solução que já estava funcionando no mundo corporativo para o universo hospitalar. Hoje mais várias empresas utilizam o app da mais.im e ele está sendo aprimorado cada dia mais para servir e contribuir para o universo da saúde brasileira.

A startup Dr Hoje comercializa consultas e exames a preços populares, com a principal motivação de oferecer um serviço de saúde   barato, acessível e de qualidade. Funciona através do credenciamento de uma rede de médicos alinhada com a causa, que oferece os serviços através de um marketplace. Nessa plataforma o cliente pode comparar preços, localizações, agendar consultas, realizar pagamentos e avaliar serviços.

A Token Health é uma startup com a proposta de ser uma plataforma digital descentralizada e criar soluções eficientes para armazenar e gerenciar informações de saúde. Para que isso aconteça eles utilizam tecnologias inovadoras como o Blockchain. Hoje a proposta da startup é uma carteira de vacina digital utilizando Blockchain. A plataforma ainda está sendo desenvolvida e tem previsão para ser lançada em dezembro de 2019.

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Música usada no episódio:

“Peritune – Emotional” is under a Creative Commons license (CC BY 3.0). Music promoted by BreakingCopyright: https://youtu.be/_qfEdtYjiLk

Music | Charmed by Declan DP Watch: https://youtu.be/Hor_cf0iJFA Download/Stream: https://hypeddit.com/link/344smt

Medicina Exponencial – Giro SD – Parte 2

#Ep 35. Giro SD – pt 2 – Medicina Exponencial

O episódio de número #35 do Saúde Digital traz o conceito de medicina exponencial.  Através de uma série de entrevistas  feitas na Jornada Paulista de Radiologia, com médicos e profissionais  que trabalham na saúde e têm inovado  no setor. Neste episódio ouvimos também o pitch do Daniel Araujo  sócio da Lab in Hands, que apresenta um aplicativo que conecta médicos e laboratórios farmacêuticosO aplicativo mostra de maneira organizada e fácil as novidades do mercado, e ainda possui uma função de solicitação de amostras de medicamentos.

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Então vamos aprender mais sobre a medicina exponencial, a segunda parte do Giro JPR entrevistou:

O Dr Igor Santos, médico radiologista, Chief Innovation Officer na Fundação Instituto de Diagnóstico por Imagem – FIDI. Ele trabalha com desenvolvimento de inteligência artificial dentro da radiologia. A FIDI é uma prestadora de serviços de Diagnóstico por Imagem na Rede Pública de saúde brasileira. O Dr Igor trouxe cases de sucesso do uso da inteligência artificial na radiologia atualmente.

O médico radiologista Dr Ademar Paes Júnior,  presidente da Associação Catarinense de Medicina. Ele trabalha fomentando o desenvolvimento da radiologia através de instituições associativas, explicando o quão importante é essa área e quais os avanços ainda precisam ser feitos no país nessa direção.

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Música usada no episódio:

Music | Wanderlust by Declan DP Watch: https://youtu.be/VHw2f7nB0FY Download/Stream: https://hypeddit.com/link/wl1h1k Music | Magical by Declan DP Watch: https://youtu.be/WIs5LmR5ZGU Download/Stream: https://hypeddit.com/link/t7shxi

Novas Camadas de Conhecimento para o Médico – Giro JPR – Pt 1

#Ep 34. Giro JPR – pt 1 – Novas Camadas de Conhecimento para o Médico.

O episódio de número #34 do Saúde Digital  apresenta novas camadas de conhecimento para o médico.  Através de uma série de entrevistas  feitas na Jornada Paulista de Radiologia, com médicos e profissionais  que trabalham na saúde e têm inovado  no setor. Neste episódio ouvimos também o pitch do Felipe Neves , fisioterapeuta, co fundador e CEO da Fix It,  A Fix It é uma startup que traz uma nova experiência em imobilização através de placas termomoldáveis que se adaptam a anatomia do paciente, permitem ventilação, não acumulam sujeira e são resistentes a água.

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Então vamos aprender mais sobre novas camadas de conhecimento para o médico, a primeira parte do Giro JPR entrevistou:

O Dr Rogério Caldana, médico radiologista, parte da atual gestão do CBR.  Ele é defensor de que o médico deve acrescentar novas camadas de conhecimento às suas habilidades. O Dr Rogério é coordenador de um MBA em Gestão em Medicina Diagnóstica junto com a FIA, feito para ampliar a formação do radiologista na área de gestão. O maior objetivo do curso é que o radiologista possa se envolver com propriedade no ambiente de gestão beneficiando não só o profissional mas todo o sistema de saúde.

O médico radiologista Dr Tiago Julio,  gestor de inovação aberta na DASA.  Médico que hoje trabalha exclusivamente com inovação no Cubo.O Cubo é a segunda maior empresa de fomento ao ecossistema de startups do mundo. Ele funciona como um hub, um espaço de empreendedorismo,  abrigando startups em fase de pós aceleração. Ajudando essas startups  a escalarem seus negócios através de conexões, ampliando sua rede de contatos para gerar mais possibilidades de negócios.

Antônio Benchimol, expert em TI empreendedor desde 1983, teve sua primeira empresa comprada pela Philips, hoje é pesquisador, consultor e empreendedor através de algumas startups. Ele fala sobre como o médico terá que se ajustar as novas tecnologias como por exemplo, a Inteligência Artificial, para continuar exercendo seu trabalho da melhor maneira possível.

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Música usada no episódio:

Childhood by Mike Chino https://soundcloud.com/mike-chino Creative Commons — Attribution-ShareAlike 3.0 Unported — CC BY-SA 3.0 http://creativecommons.org/licenses/b… Music promoted by Audio Library https://youtu.be/RWaPL0km2fs

Transição de Carreira: MBA internacional vale a pena?

#Ep 33. Transição de Carreira: MBA internacional vale a pena?

O episódio de número #33 do Saúde Digital  apresenta a Dra. Joyce Melo, uma oftalmologista que passou por uma transição de carreira. Ela decidiu que cursar um MBA na Suíça seria a chave para realizar essa transição. Neste episódio ouvimos também o pitch do Davi Zanotto fundador da startup Prívio, que desenvolveu uma plataforma de comunicação inteligente para médicos e pacientes.

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A Privio nasceu com um propósito de garantir que pacientes e profissionais de saúde estejam altamente conectados e com  equilíbrio entre a vida pessoal e profissional. O aplicativo Privio pode ser configurado de acordo com a preferência do médico, que escolhe em quais horários quer ficar disponível para responder as mensagens e quais pacientes são exceções à esses horários. O médico pode classificar e organizar os pacientes e manter anotações relevantes sobre cada paciente para acessar durante a conversa. Tudo isso protegendo o número de celular particular do profissional de saúde.

A Dra Joyce Melo, se tornou especialista em doenças da córnea e cirurgia de catarata e se viu contando as “mesmas histórias” para os pacientes todos os dias,. Ela percebeu que precisava de um novo desafio e decidiu fazer uma transição de carreira. Chegou a conclusão que o MBA no IMD na Suíça seria um caminho possível para se recolocar no mercado e fazer a tão almejada transição de carreira. Hoje ela atua como consultora estratégica na McKinsey & Company. Quer saber como ela se planejou para realizar essa transição de carreira? Como ela decidiu qual seria a melhor alternativa para sua carreira? Ouça a história completa no podcast!

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Música usada no episódio:

Childhood by Mike Chino https://soundcloud.com/mike-chino Creative Commons — Attribution-ShareAlike 3.0 Unported — CC BY-SA 3.0 http://creativecommons.org/licenses/b… Music promoted by Audio Library https://youtu.be/RWaPL0km2fs

HealthTechs e as Mulheres Empreendedoras

#Ep 32. HealthTechs e as Mulheres Empreendedoras

O episódio de número #32 do Saúde Digital  apresenta duas mulheres empreendedoras que estão fazendo a diferença na área da saúde. Ouvimos o Pitch incrível da Paula Fortes, da Alba Sensors, uma startup  que propõe revolucionar o diagnostico precoce de câncer de mama. Além disso temos a entrevista da Lívia Cunha, CEO da Cuco Health,  uma startup que melhora a adesão do paciente ao tratamento medicamentoso.

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Mulheres Empreendedoras:

A Alba  foi fundada pela Paula Fortes, química e doutora em ciências. A startup desenvolve sensores para a análise de ar exalado com  aplicação na área médica. O primeiro projeto ( “primeiro sopro” ) da Alba é o diagnóstico precoce e complementar do câncer de mama. Através do ar exalado, o sensor identifica compostos químicos que indicam a presença da doença. Isso aumenta as chances de um tratamento eficaz e bem sucedido.

Lívia Cunha, CEO e fundadora da Cuco Health, desde pequena observou a oportunidade de oferecer melhorias na relação médico paciente. Ela é formada em administração e filha de um médico. A dor que a Cuco Health se propões a melhorar é a baixa adesão dos pacientes aos tratamentos medicamentosos.  O aplicativo gratuito da Cuco hoje conta com mais de  90 mil usuários. Através do aplicativo é possível estabelecer lembretes para tomar e comprar medicamentos, além de permitir que cuidadores e médicos verifiquem e acompanhem o tratamento.

Ouça esse episódio e conheça melhor o trabalho dessas duas mulheres empreendedoras.

Links citados no episódio: 

Alba  – http://www.albasensors.com/index

Cuco Health http://healthinnovahub.com/2018/

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Música usada no episódio:

Jellyfish by Declan DP & KODOMOi https://soundcloud.com/declandp Licensing Agreement 2.0 (READ) http://www.declandp.info/music-licensing Music promoted by Audio Library https://youtu.be/fgdrHffROpo

StartUps e Empreendedores – Giro SD Parte 2

#Ep 31. Giro SD Pt II – StartUps e Empreendedores

Neste episódio participamos do evento Clínica do Amanhã em São Paulo, realizado anualmente pelo Dr. Fernando Cembranelli. Entrevistamos StartUps e Empreendedores, para ficarmos por dentro das inovações que estão ocorrendo na área da saúde. Então, na segunda parte do Giro SD você vai conhecer: Lasse Koivisto CEO da Prontmed, Fabiana de Almeida, fisioterapeuta  e fundadora da Techbalance e Cristina Rodriguez, dentista e  COO da  Health Nova Hub.Além disso você vai ouvir o Pitch de uma das maiores empresas de Impressão 3D do mundo, a Materialise. Quem apresenta é o Pos – Doc Bruno Barreto. Está demais! Coloque o seu fone de ouvido e curta o som!

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A Prontmed é um prontuário eletrônico feito de médicos para médicos. Através de dados clínicos estruturados é possível promover uma melhor gestão da saúde para que o paciente receba o melhor cuidado possível.  A Prontmed não é apenas um prontuário eletrônico é uma ferramenta que auxilia o médico a tomar uma melhor decisão. O software não é apenas um prontuario eletrônico, tem que ser uma ferramente que auxilia a tomar uma melhor decisão. Além disso promove um aumento de 30% na produtividade diária e ainda 50% de redução no tempo de prescrição e solicitação de exames.

Fabiana de Almeida é fisioterapeuta e conhecendo os problemas causados por quedas em seus pacientes idosos, fundou a  Techbalance. A empresa tem como objetivo a  prevenção de quedas em idosos, através de um aplicativo para celular que mede o risco de quedas. Através do aplicativo é possível prever o risco de quedas e acompanhar a recuperação do paciente. Além disso ele pode ser usado em pacientes internados ou não internados, ajudando a garantir independência e qualidade de vida.

Health Nova Hub,  é um Hub de inovação em saúde, uma rede com o propósito de abrigar, fomentar e desenvolver uma comunidade de empreendedores e inovadores nesta área. O Saúde Digital entrevistou a Cristina Rodriguez, que é dentista e COO do Health Nova Hub. Além de empreendedora, Cristina é professora de Gestão Odontológica na FOUNIP  e destaca a importância dessa matéria nos currículos da graduação, além da raridade dessa disciplina nos cursos existentes.

Links citados no episódio: 

Materialise – https://www.materialise.com/

Prontmed – http://www.prontmed.com/site/

Techbalance– https://www.techbalance.com.br/

Health Inova Hub – http://healthinnovahub.com/2018/

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Música usada no episódio:

Story by Declan DP https://soundcloud.com/declandp Licensing Agreement 2.0 (READ) http://www.declandp.info/music-licensing 

StartUps e Empreendedores – Giro SD Pt 1

#Ep 30. Giro SD Pt I – StartUps e Empreendedores

Neste episódio participamos do evento Clínica do Amanhã em São Paulo, realizado anualmente pelo Dr. Fernando Cembranelli. Neste evento entrevistamos StartUps e Empreendedores, para ficarmos por dentro das inovações que estão ocorrendo na área da saúde. Então, na primeira parte do Giro SD foram entrevistados três convidados: O Engenheiro de Redes e Comunicações Felipe Miranda Costa da startup Cloudia , Dr Fábio Ortega do Canal Dr Ajuda e o organizador do evento Dr. Fernando Cembranelli.

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A Startup Cloudia  oferece uma assistente virtual inteligente ou chatbod que otimiza a comunicação entre o estabelecimento de saúde e o paciente. Ele oferece um atendimento automatizado, 24h por dia e além disso funciona sem que o paciente precise baixar um aplicativo específico. A Cloudia funciona através do facebook menseger, whatsapp ( em breve ) e  site.

O Dr Fábio Ortega é cofundador do Canal Dr Ajuda, que hoje conta com quase meio milhão de inscritos.  Através de uma linguagem simples e um conteúdo verdadeiro e de qualidade o Canal esclarece dúvidas e fala sobre doenças. O Dr Ajuda informa o paciente de maneira correta, auxiliando no entendimento dos sintomas bem como o  indicando qual o caminho à ser seguido.

O evento Clínica do Amanhã acontece desde 2014 e é organizado pelo Dr Fernando Cembranelli. Ele é CEO do Health Nova Hub, que é um Hub de inovação em saúde, uma rede com o propósito de abrigar, fomentar e desenvolver uma comunidade de empreendedores e inovadores nesta área. O evento deste ano, no qual foi gravado o Giro SD, aconteceu no dia 18 de abril e contou com a presença de diversos especialistas da área da saúde, que estão transformando o mindset dessa comunidade.

Links citados no episódio: 

StartUp Cloudia – https://www.cloudia.com.br/clients/startup-saude/

Canal do Dr Ajuda – https://www.youtube.com/channel/UC1Nm7gQCcGvgLyVcGTXp-Ww/featured

Clinica do Amanhã– http://healthinnovahub.com/clinica-do-amanha/#inicio

Health Inova Hub – http://healthinnovahub.com/2018/

StartUpSaúde -https://startupsaude.com/

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Indiana by Declan DP https://soundcloud.com/declandp Creative Commons — Attribution 3.0 Unported — CC BY 3.0 http://creativecommons.org/licenses/b… Music promoted by Audio Library https://youtu.be/BuHIfIyT6MU

Médico 4.0, Carreira na Medicina e Gestão Hospitalar

#Ep 29.  Médico 4.0  e a Gestão Hospitalar. Conversamos com o médico Luis Bonilha, diretor técnico do grupo Notredame Intermédica, em Campinas. Ele dirige o hospital Renascença. Nesse bate papo o colega Luis Bonilha define os conceitos de governança clínica, governança corporativa e enfatiza quais são as habilidades e competências que o médico dos dias de hoje deve desenvolver para ter sucesso na carreira. Ele também nos conta a sua trajetória profissional, compartilhando com os ouvintes do Saúde Digital Podcast o caminho das pedras para o médico que pretende seguir uma carreira de gestão hospitalar.

 

Você já visistou o site da nossa comunidade em vídeo, onde você pode se atualizar com as tendências e inovações do setor da saúde, aprendendo na prática com quem está fazendo a diferença e protagonizando a transformação digital da saúde? Clique aqui para conhecer o Saúde Digital On Demand. Não fique para trás! Fique Up To Date no SDOD!

 

Luis Bonilha destaca que o médico 4.0 deve, antes de tudo, gostar de pessoas. Segundo ele, a partir do relacionamento médico-paciente humanizado o profissional terá sucesso e não perderá espaço para a tecnologia. Ele destaca que o médico 4.0 deverá dominar a tecnologia para saber escolher a que tem o melhor custo benefício, além ser capaz de partipar ativamente do processo de construção das inovações.

Grupo Notredame Intermédica é uma operadora de saúde com tendência a verticalização, ou seja, plano de saúde que presta serviço com rede própria. Atualmente o grupo possui quase 5 milhões de vidas com cerca de 14.000 colaboadores. Em abril de 2018 a companhia fez seu IPO ( sigla em inglês para oferta pública inicial) obtendo uma valorização de 22,73% de suas ações na Bolsa de São Paulo , arrecadando quase 800 milhoes de reais no lançamento.

O GNDI foi comprado por um fundo de investimentos americano chamado Bain Capital e desde então tem investido pesado no mercado de saúde brasileiro, com aumento crescente do número de vidas e com política arrojada de aquisição de outros planos de saúde, hospitais e laboratórios.

 

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Música usada no episódio:

Lights by Sappheiros https://soundcloud.com/sappheirosmusic Creative Commons — Attribution 3.0 Unported — CC BY 3.0 http://creativecommons.org/licenses/b… Music promoted by Audio Library https://youtu.be/-lbbHQbZNKg

#28. ACATE e a Ilha do Silício em Santa Catarina

Ep28. ACATE – Associação Catarinense de Tecnologia. Conversamos com o Walmoli Gerber diretor da vertical de Saúde da Acate. Vamos entender o belo trabalho que esta associação está fazendo em Santa Catarina, sendo um importante hub de inovação no Brasil, com destaque mundial. Lá de dentro da ACATE já sairam startups de sucesso como Decora e Resultados Digitais além de algumas importantes healthtechs como a Anestech, Ep Health , Wavetech , Pixeon, dentre outras.

 

ATENÇÃO: AQUI ESTÁ O LINK DE DESCONTO PARA ASSINAR O CANAL SAÚDE DIGITAL ON DEMAND CONFORME DIVULGADO NESTE EPISÓDIO:

https://hotm.art/PODCAST

Este link é valido apenas até o dia 01/05/2019. Caso você queira saber mais sobre  o canal Saúde Digital On Demand acesse aqui

 

Walmoli Gereber nos conta que o segredo do sucesso da ACATE está na capacidade de reunir pessoas e empresas, para discutirem inovação.

Clique aqui para ter acesso ao livro #vqd da Endeavour citado no podcast.

 

Você conhece o conceito de Singularity?

Esse termo tem sido usado com muita frequência ultimamente. Eu não estou falando da famosa universidade americana…

Imagine um supercomputador. Agora imagine que este supercomputador, usando Inteligência Artificial, seja capaz de criar, de maneira autônoma, do princípio ao fim, tanto o hardware quanto o software, outro supercomputador.

Imaginou? Agora mais um detalhe muito importante… o supercomputador criado é mais rápido e mais inteligente do que aquele que o criou. A criatura superou o criador.

Pois é! Este é o conceito de singularidade tecnológica. Ainda não chegamos nessa fase. Hoje toda e qualquer forma de inteligência artificial que se conhece foi startada ou iniciada por um ser humano e não por outra inteligência artificial.

Enquanto o fenômeno da Singularity não chega, temos uma importante reflexão a fazer. Para que a inovação tecnológica aconteça não dependemos apenas de máquinas e equipamentos de primeira geração, mas essencialmente de relacionamentos entre pessoas que possibilitem identificar as oportunidades e multiplicar os benefícios.

E neste episódio você vai conhecer uma instituição que é figura de livro quando o assunto é conectar pessoas e empresas para fomentar a inovação tecnoloógica.

 

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Música do episódio: clique aqui

 

 

Ecossistema de Inovação e Startups

 

Quando buscamos o significado da palavra ecossistema encontramos: sistema que inclui os seres vivos e o ambiente com suas características físico-químicas e as inter-relações entre ambos. E o nosso ecossistema de inovação tem a ver com essa definição clássica da biologia?

Com certeza os ecossistemas de inovação que mais deram e dão certo no Brasil e no mundo são aqueles que combinam ambientes físicos apropriados com seres humanos, unindo diferentes experiências e conhecimentos multidisciplinares, governados por um propósito comum,  que se inter-relacionam.

O Saúde Digital Ecossistema foi até a Fundação Getúlio Vargas para falar com o professor Gilberto Sarfati.

Gilberto Sarfati é economista de formação mas hoje atua na área de ensino e consultoria em empreendedorismo.

 

Lorenzo Tomé:  Obrigado pela sua participação aqui no Saúde Digital. Queria que o senhor começasse se apresentando e falando um pouco do seu trabalho hoje em dia.

Gilberto Sarfati: Obrigado pela oportunidade de falar no saúde digital. Eu sou professor de empreendedorismo na FGV daqui de São Paulo, também coordenador do mestrado profissional em gestão para competitividade, a gente tem sete linhas entre os quais uma é gestão de saúde, é o maior mestrado profissional do Brasil,  e também sou gestor da aceleradora da GV  que chama GVentrues,

Lorenzo Tomé: O professor Gilberto vai falar um pouco sobre ecossistema de Startup no Brasil, ele tem estudado esse assunto aqui no Brasil. Eu começo te perguntando como você define uma Startup?

Gilberto Sarfati: Perfeito, essa é uma  excelente questão, porque o termo Startup está muito na moda e às vezes ele é usado de maneira incorreta. Startup é uma organização que tem alto potencial de crescimento, que está tentando identificar, validar o seu modelo de negócios. Então uma Startup deve ser uma organização que vai tentar crescer aceleradamente, é definido pelo OCDE crescer aceleradamente  pelo menos 20% ao ano no período de três anos e meio ou 42 meses, ou seja , na definição do CDE tem prazo de validade a Startup. Se depois dos quarenta e dois meses a Startup não se transformou numa empresa de médio ou grande porte ,  há  então uma  alta probabilidade que ela seja então para sempre uma pequena empresa. Então como consequência disso  uma empresa que tem 6 anos, 7 anos  falar que é uma Startup não tem o menor sentido. Porque esses quarenta e dois meses? Significa que nesse período a Startup está validando seu  modelo de negócio e fazendo então com que veja se tem uma aderência ao seu produto ou serviço no mercado. Grande parte não vai ter sucesso.  Então uma Startup, o sonho dela não é ser Startup, mas se tornar uma grande empresa

lorenzo Tomé: Então esse conceito de crescer rapidamente é um pouco do que o mercado fala de uma empresa escalável, podemos entender assim?

Gilberto Sarfati: Exato, ou seja, para uma empresa crescer aceleradamente, ela tem que ter um modelo de negócio escalável e replicável também. Então você imagina o seguinte, eu tenho uma pizzaria, uma pizzaria não é uma Startup porque o modelo dela não escala. Para eu ter mais pizzas sendo vendidas, provavelmente eu vou ter que abrir uma outra pizzaria e aliado a isso é um modelo de negócio facilmente copiável. Então uma Startup na verdade está tentando desenvolver um modelo de negócio onde seja difícil ter outros competidores.

Lorenzo Tomé:  Então a gente já definiu, uma das características da Startup: modelo escalável de negócio. Também podemos entender esse conceito como o crescimento físico de maneira progressiva, em progressão aritmética e o crescimento da receita em progressão  geométrica ou  exponencial. Assim podemos diferenciar do replicável. Uma pizzaria, uma franquia, é um modelo de negócio replicável mas a receita dificilmente vai crescer de maneira exponencial. Outra definição muito interessante é a  busca do melhor modelo de negócio. O empreendedor está fazendo uma atividade que é completamente nova, então é um processo de descoberta e validação. Nesse processo de validação e descobertas uns negócios vão dar errado e outros vão ter sucesso.

Avançando professor,  explica por favor o projeto mapa do empreendedorismo no Brasil.

Gilberto Sarfati: Você vai acessar www.mapadoempreendedorismo.com.br  e  ver o mapa sendo carregado, é o maior mapa de empreendedorismo do Brasil. É o modelo em que qualquer um que tiver um ponto associado ao mapa, ou seja, uma Startup, ou uma aceleradora, um parque tecnológico, entre outros pontos, lá ele pode se auto cadastrar. E o que nós fazemos aqui na GV,  é um processo de curadoria, exatamente para não fazer com que a pessoa que tem, por exemplo, uma pizzaria  tente entrar no mapa. Então a gente faz a curadoria para provar esse ponto. O mapa já tem praticamente mil pontos,  entre as diversas categorias. Há a categoria de Startup e no fundo o suporte do ecossistema empreendedor, o suporte pode ser entendido como entidades que apoiam ou estudam o mapa. Vale lembrar que  o mapeamento continua crescendo e tem seus objetivos. O primeiro é que o próprio ecossistema possa se enxergar e ver na verdade o quão grande ele é. O segundo objetivo é permitir que as pessoas fora do Brasil também possam ver o ecossistema brasileiro e ver quão desenvolvido ele está, para  permitir também trazer investimento internacional. O terceiro realmente é relacionado  ao estudo, ou seja, a gente usa o mapa para  entender mais sobre o próprio ecossistema empreendedor.

Lorenzo Tomé: Se a gente pudesse fazer um raio-x desse mapa do ecossistema brasileiro de Startup .Quais os pontos que o senhor destacaria?

Gilberto Sarfati:  Como tem diversas categorias, a gente pode abordar de formas muito distintas, mas em primeiro o que eu posso colocar é o efeito geográfico, conseguirmos entender quais sãos os pontos que tem a maior densidade do ecossistema. A densidade pode ser  entendida com a presença de maior número de atores no mesmo lugar. Por exemplo, se eu tenho um ponto no Brasil onde só aparece Startup e não tem os outros atores é um ponto menos denso, então o mapa já indica claramente que o ponto de maior densidade do ecossistema brasileiro está localizada numa região relativamente pequena da cidade de São Paulo. E aí a gente vai ver outros pontos também interessantes, pontos muito legais como na cidade de Porto Alegre. Vemos que a densidade do Rio de Janeiro não representa o potencial da própria cidade, talvez de certa forma  a violência seja uma explicação potencial para a gente não ter tantas Startup atuando no Rio de Janeiro. Então uma  das coisas que a gente tenta discutir aqui é o papel do empreendedorismo  no  desenvolvimento regional. Porque quanto mais atores, maior probabilidade de desenvolvimento daquela região

Loreno Tomé: Quando a gente fala Startup, a gente está falando de um negócio de alta incerteza, consequentemente alto risco para os investidores e para os empreendedores Por que são negócios novos que não existem modelos de comparação. Vamos falar um pouco do investimento. Define para a gente as fases de desenvolvimento de uma Startup que vai casar  com as fases de investimentos

Gilberto Sarfati: Essas fases do investimento inicial podem ser divididas em ideação, pré-seed, seed e growth.  Na ideação  é onde empreendedor ainda está formando o time, ele está se identificando como  empreendedor, nessa fase você apenas faz a validação da ideia, o mercado que compraria essa ideia, é a hora de gastar dinheiro sem fluxo de caixa positivo nenhum. No pré-seed a ideia ainda no fundo está em processo de validação, mas você vai entrar normalmente na prototipação, vai ter um protótipo do negócio seja físico ou virtual, nessa fase você começa a gerar uma receita, mas ainda continua com um caixa negativo. Na seed a  receita cresce aceleradamente, essa  fase  é caracterizada  pelo começo do crescimento da  empresa, ainda  você  pode ter  um  giro de caixa negativo, mas  as  receitas estão crescendo. No growth a receita cresce aceleradamente  e você vai ter o início  do descolamento em relação ao custo. E aí o elemento  da exponencialidade tem que aparecer,  principalmente no campo da receita, porque normalmente no growth você começa contratar muito funcionário e mesmo assim tem um descolamento de fluxo de caixa, tem um aumento grande de receita em relação as despesas. Sobre  esses estágios, que investidores atua em cada um deles ?

Eu vou começar pelo último, onde atuam os fundos de Venture Capital, onde entram em rodadas de investimento para permitir  que você contrate funcionários, gaste dinheiro para ser mais conhecido. Em várias rodadas você pode ter o que a gente chama series “A” “B” “C”. que referem-se ao tamanho do investimento. Então serie “A” no Brasil pode ser na faixa de 3 milhões a 5 milhões de reais,  uma serie “B” pode ser 10 milhões de reais e assim por diante. Já na fase anterior, o seed eu vejo mais presença de investidores anjos que são pessoas físicas, vejo também as aceleradoras atuando. Nas fases anteriores basicamente não tem investidor institucional e sim familiares e amigos.

Lorenzo Tomé:  Muito interessante essa classificação e vamos tentar caracterizar um pouco o perfil do investidor ao tomar a decisão nessas fases. A ideação e  pre-seed a gente viu  que é “Family” “Friends” and “Fools”,  caracterizada por  risco altíssimo e o potencial de retorno  muito incerto.  Exatamente por isso somente quem está muito envolvido com a equipe investe. Já na fase seed, os investidores avaliam principalmente duas coisas: Primeiro o tamanho do mercado que essa Startup ataca e segundo a equipe que compõe o negócio. E é nisso que eles investem, não necessariamente eles estão olhando um modelo de negócio, a ideia, mas  principalmente o tamanho de mercado e o time. Estou certo?

Gilberto Sarfati: As pesquisas acadêmicas a respeito disso são claras  sobre qualquer um desses estágios,  no early stage o primeiro ponto é um time, independente do negócio.  Então ser o negócio  bom ou ruim é uma questão paralela ao elemento time.

Lorenzo Tomé: Como você avalia agora o mercado brasileiro? Você acha que os investidores brasileiros têm esse nível de maturidade para entender que uma Startup funciona desta maneira,  entender esse tipo de mercado, esse tipo de investidor, ou  a gente ainda tem muito a aprender com países como Estados Unidos e Israel?

Gilberto Sarfati: As duas coisas,  como estou  há 20 anos nesse mercado, eu  vejo sempre uma perspectiva evolucionária.  Então praticamente a 15 ou 20 anos atrás o Venture Capital aonde eu comecei a carreira, investia em ideação, isso porque o mercado tinha  apenas cinco Venture Capital. O VC assumia um empreendedor, trazia  pra dentro e tentava fazer a coisa funcionar. Não existia claramente estágios. Então houve um processo de amadurecimento, até a gente chegar no momento em que a gente vive, inclusive o governo participou no passado através de um programa da Finep chamado Inovar para fomentar a indústria deVenture Capital no Brasil. Temos hoje cerca de 50 VC´s no Brasil então não é mais um mercado totalmente desprezível,  é um mercado que amadureceu, que tem experiência. Por outro lado é ainda um mercado incipiente quando comparado com outros países, são muito poucos casos de evolução para os estágios seguinte, então se olhar em um mercado como os Estados Unidos e Israel que você citou, a gente tem vários casos de empresas que vão fazer abertura de Capital na Bolsa de Valores, vão fazer o último estágio de desenvolvimento do Venture Capital.  Isso é importante porque os casos de abertura de Capital são bons para alimentar os casos futuros de sucesso. Por que é toda publicidade em volta, etc… Então a gente não tem nenhum caso de uma empresa que é uma Startup e passou por investimento de Venture Capital e que fez abertura de Capital aqui no Brasil na Bolsa de Valores. Ainda      esperamos para ver acontecer. Temos sim o caso  de abertura fora do Brasil, primeiro caso é o da Netshoes, é extremamente positivo mas é muito pouco ainda em comparação a um país muito pequeno como o caso de Israel, que tem diversos casos de sucesso. Então temos ainda  um grande caminho a ser trilhado mas estamos muito melhor que antes, evoluímos!

Lorenzo Tomé: Você citou  IsraeL, a gente sabe que Israel é hoje conhecida coma a “Startup Nation” e o senhor teve uma experiência lá, fez seu mestrado em Israel. Quais são as peculiaridades que potencializam essa nação, que não é tão grande geograficamente?

Gilberto Sarfati: Israel é um país com 18 milhões de habitantes hoje, é um mercado muito pequeno, então um empreendimento que começa em Israel,  uma Startup nunca tá olhando só para o mercado nacional.  Então a mentalidade é de internacionalização, assim que abre a empresa, isso por sinal é uma diferença bastante significativa ainda em relação ao mercado brasileiro, por que o empreendedor brasileiro não tem mentalidade de olhar um negócio do ponto de vista Global. O negócio é uma solução que atende algo no Brasil, é uma demanda do Brasil e não o negócio que ele abre desde o primeiro dia para ser negócio global.  Na verdade o fato de Israel ser pequeno favorece esse elemento de uma mentalidade global.  Mas temos países pequenos  que  não tem esse ecossistema empreendedor. Tem um outro ponto importante que não é tão bem desenvolvido aqui no Brasil, que é o número de Startups, os fundos cresceram em Israel porque tinha muitas Startups, continua tendo muitas , então o número  de Startup no Brasil é muito reduzido e se deve a uma mentalidade mal desenvolvida do empreendedor, especialmente em áreas que seriam importantes, cruciais, áreas ligadas a tecnologia. Estou falando de quem está fazendo engenharia, matemática, inclusive também medicina.

Lorenzo Tomé: Entendemos aqui no Saúde Digital que o médico, por conhecer uma área tão específica, é capaz de prover soluções inovadoras para esse ecossistema e transformar a  saúde. Alertamos  para a necessidade do médico e do profissional de saúde ter um olhar abrangente, no sentido de buscar inovar, ter uma visão não só da árvore mas também de toda a Floresta. E com essa sua entrevista , enquanto medicos e profissionais de saúde, entendemos melhor como podemos evoluir nesse raciocínio. Muito Obrigado pelos esclarecimentos!

Gilberto Sarfati: Obrigado você!

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